A história da Avid foi e sempre será ajudar pessoas criativas a trabalharem juntas. Mesmo 27 anos atrás, quando foi lançado o Avid1/ Media Composer original, tudo tinha a ver com colaboração. Naquela época, o grande avanço tecnológico era reproduzir em um segundo 30 quadros altamente compactados a partir de um disco rígido. Assim, o conceito de sistema de edição não linear (NLE) capaz executar um projeto do início ao fim não era apenas impraticável financeiramente, mas praticamente impossível do ponto de vista tecnológico. Por isso, para que um sistema revolucionasse o setor, seria necessário ser parte de uma estrutura maior, com gerenciamento de mídia verdadeiramente sólido e recursos de interoperabilidade.

 

Embora os editores profissionais frequentemente destaquem o estilo da timeline do Media Composer e a facilidade com que podem realizar uma edição como motivos para escolherem a Avid, nada disso importaria nos anos 90 se eles não pudessem carregar facilmente todos os seus trabalhos de edição off-line em outras partes do processo, realizar correção de cores, mixagem e edição de som e, finalmente, fazer a masterização e conformação.

 

Agora estamos em 2018 e todas essas coisas continuam importantes. Não por acaso, os fluxos de pós-produção têm pessoas altamente capacitadas, especializadas em partes específicas do processo criativo. Nesta perspectiva, colaboração é a resposta para que o trabalho seja feito mais rapidamente e com a melhor qualidade possível. Ajudar a fazer tudo isso acontecer sempre foi a missão da Avid.

Dois componentes chave posicionam o Media Composer na liderança dos fluxos de trabalho colaborativos. O primeiro é obviamente o armazenamento compartilhado. Quando a solução original de armazenamento centralizado Avid Unity foi lançada há mais de 20 anos, houve um grande avanço na forma como as equipes de pós-produção trabalhavam. Neste momento, a colaboração evoluiu de um fluxo “linear” fluido para uma fase em que as equipes criativas começaram a trabalhar em paralelo, agilizando muito o processo.

 

Não é coincidência que na mesma época a produção de reality shows realmente decolou. Programas como Survivor (No Limite, no Brasil) e Amazing Race (The Amazing Race: A Corrida Milionária, no Brasil) têm sequências de gravação intensas e prazos extremamente apertados. A única maneira de viabilizar algo assim é ter um pequeno exército de editores, assistentes e produtores trabalhando em paralelo, em um ambiente que seja intuitivo, responsivo e muito estável. Até hoje, os produtos de armazenamento compartilhado inteligente da Avid, desde os sistemas Unity originais (que ainda estão em atividade em todo o mundo) até a nova linha NEXIS, formam uma espinha dorsal com milhares de ambientes de produção.

 

Apesar do foco no armazenamento em si e no sistema de arquivos, o modelo de ‘bins’ – ou caixas – da Avid é realmente a mágica que ajuda os editores a colaborarem efetivamente num mesmo projeto. E isso é comprovado pelo destaque com que o Media Composer e o NEXIS são implantados em ambientes de pó-produção e broadcast. Neles, o gerenciamento de mídia e ativos precisa ser totalmente confiável e não pode interromper o processo criativo. Assim, os editores podem trabalhar em conjunto, sem pensar em como os clipes e bins estão sendo compartilhados com assistentes ou outros editores.

 

Embora o Media Composer e o NEXIS sejam as peças-chave na maioria dos ambientes profissionais de pós-produção, o NEXIS também tem suporte total ao Adobe Premiere, Final Cut Pro X, DaVinci Resolve, EDIUS e, claro, ao DAW Pro Tools. Embora nenhuma dessas soluções de terceiros tenha as mesmas capacidades de compartilhamento de bin que o Media Composer, você pode facilmente fazer com que elas componham um fluxo de trabalho híbrido. Dar suporte a soluções de terceiros é obviamente uma coisa boa, porque dá às equipes de criação mais flexibilidade na maneira como desejam atender diferentes projetos.

 

Como mencionado anteriormente, o verdadeiro objetivo da Avid é ajudar as equipes a realizarem o melhor trabalho com mais rapidez. E é aí que entra a última revolução nos fluxos de trabalho, com o novo MediaCentral Editorial Management. Tecnicamente, ele seria classificado como um gerenciador de ativos, mas é muito mais. É um gerenciador de colaboração, capaz de coisas impossíveis no passado.

 

Sabemos que o modelo de bin da Avid foi fundamental para tornar a pós-produção colaborativa fácil e confiável, mas mesmo isso estava limitado a um mundo onde era preciso tanto do sistema Media Composer, quanto de alguém treinado para usá-lo. A virada no jogo no Gerenciamento Editorial chegou com a nova arquitetura HyperBin.

 

Simplesmente, através de uma interface web fácil de usar chamada MediaCentral Cloud UX, qualquer pessoa pode navegar e pesquisar todas as mídias às quais têm acesso no NEXIS. Mais importante, o usuário também pode criar bins e pastas no Media Composer usando a mesma interface. Assim, um assistente pode literalmente organizar a produção diária e preparar bins para um editor em qualquer lugar do mundo, desde que ambos possam acessar a rede em que o NEXIS está.

 

A maioria dos editores não quer gastar muito tempo com o gerenciamento de mídia, mas agora que ele está compartilhado, toda a equipe pode participar do processo. E, novamente, não é necessário usar o Media Composer ou mesmo ter alguém treinado no Media Composer para esta tarefa.

 

Dito isso, os editores também podem desfrutar de alguns benefícios adicionais. A mesma interface de usuário do navegador Web também aparece como um painel no Media Composer. A beleza disso é que os editores agora podem procurar facilmente clipes e bins em todos os espaços de trabalho do NEXIS, não apenas no projeto ativo aberto. Isso realmente acelera a localização dos clipes desejados. E, mantendo a proposta de abertura, a Avid também está desenvolvendo o mesmo painel para o Adobe Premiere.

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